Quem se interessar, morrerá com 160 pilas na Loja da Macaca.


O decontentamento do clube com a ampresa não é novo. O primeiro uniforme lançado não agradou nada e a segunda versão ficou longe de fazer brilhar os olhos dos ponte-pretanos. Mas os fatos são de que a fornecedora não tem cumprido com suas obrigações. Realmente, após dois meses a celebração do contrato, não se vê uma única peça a venda nas lojas de material esportivo, sequer na própria loja da própria Ponte Preta. Mas o problema maior não é este. Nem mesmo os materiais para o clube tem sido efetivamente distribuídos. Não raramente, os jogadores tem treinado com materiais antigos, fornecidos pela Diadora, e que aqueles utilizados nos jogos são escassos e chegam ao clube instantes antes das partidas.



Como declarado simpatizante da Ponte, pretendo adquirir as duas camisas deste ano da Macaquinha, especialmente esta sem patrocínios. Realmente maravilhosas. A camisa é uma das mais clássicas do futebol brasileiro, com sua faixa transversal.
Guarani
A camisa de 2008 do Guarani é fabricada pela Champs. Segue o padrão de 2008 desta fábrica. Confesso que vi pessoalmente esses dias e fiquei surpreso positivamente, pela qualidade do material. Realmente muito bem feito. Mas acho que o layout usado estraga a camisa. O tom de verde ficou bem legal, o número prateado também, e até mesmo o patrocínio da EMS ficou jóia, mas poderia ter fica melhor se esse padrão da Champs não fosse tão feio. Detalhe para a moda de colocar na camisa uma frase; na camisa do Bugre tem um trecho do hino: "hoje e sempre Guarani".

Crédito: Minhas Camisas / Plantão do Bugre
Portanto, o grande clássico de hoje pode não ser dos melhores tecnicamente, em especial devido a situação que os clibes vivem. Mais no caso do Bugre que da Macaca, evidentemente, já que esta ainda briga pela classificação. De qualquer forma, o embate terá dois clássicos uniformes do futebol brasileiro, este ano, suportados pela Diadora e pela Champs.